Tropa de Elite e vice versa
31 agosto, 2007

Eu não vi Tropa de Elite, eu apenas li o livro que tem o nome ao contrário (Elite da Tropa). E lembrar da leitura dele me fez lembrar de diversas coisas ruins. É estranho como apenas pensar nos casos citados num texto de 200 páginas (chutando) já me deixa meio preocupada. Lembrei porque não gosto de andar sozinha de noite de carro (e muito menos sem carro), não atendo o celular em lugares sinistros, seguro minha bolsa com força na passagem subterrânea do Rio Sul, ultrapasso sinais de trânsito... e muitas outras paranóias. Li tantos casos que achei que não aconteciam, que era exagero da mídia dizer sobre microondas, sequestros sem motivo aparente, mortes de desconhecidos por raiva , mas o livro falou das mesmas coisas e, mesmo que ele tenha exagrado também, duas fontes falam sobre as mesmas coisas. Isso já me preocupa. Estou me sentindo aliás cada vez mais incomodada em morar num lugar onde tenho chance de me preocupar assim. Fico tremendo quando vejo uma moto correndo na mesma rua com eu com alguém estranho nela. Queria não ter nem a oportunidade de ficar pensando em coisas ruins. Queria que não fosse preocupante toda vez que meu namorado vem me deixar em casa e volta sozinho. Acho que quando eu for ver Tropa de Elite, vou ter ainda maiores problemas.
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Todo mundo concordou comigo que a vadiagem na faculdade é necessária. Agora não sinto que estou fazendo tanta coisa errada e que vou ferrar minha carreira porque perdi um filme na aula de audiovisual (pensar assim é o exagero completo).
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Os blogues agora na ECO são como um clã. Um fala do outro, queima o filme de um e os blogues são o papo dos intervalos (cada vez maiores devido a falta de professores e da vadiagem que citei anteriormente).
Marcadores: Não falo só de mim
Vadiagem
29 agosto, 2007
Quando disse que comecei a me sentir na faculdade, pensei nisso tudo. Estou menos preocupada, menos estressada. Acho que não preciso ir em todas as aulas, tirar notas perfeitas em matérias que não me interessam, anotar todos os espirros do professor e isso não irá influenciar no meu desempenho, na minha vida acadêmica e muito menos profissional.
Estou adorando ficar assim, separei mesmo a faculdade da escola. Não tenho horário para sair de lá nem para entar. Não quero que seja amis como o primeiro semestre que queria grupinhos fazendo o trabalho da maneira que pensamos a semana toda... se juntando para organizar tudo....
Agora vou vadiar e não achar mais um absurdo faltar uma aula porque está sol demais. Eu ein, estudei pra caramba no vestibular para estudar menos depois.
Marcadores: Vida acadêmica
A mulher que fica atrás
27 agosto, 2007
Marcadores: Par
Papinha
26 agosto, 2007
Hoje estava numa festa infantil. Incrível observar com atenção como se comportam crianças juntas por uns 5 minutos. É sobrenatural.
As crianças são basicamente as que mais seguem instintos e são as mais naturais, já que seguem ainda poucas regras, tem menos vergonhas e poucos tabus.
Mas então, fiquei prestando atenção como elas conversam. Uma garotinha com uns 5 anos ao ouvir da mãe: "Vamos embora, você brincou o dia inteiro". A criança então disse: "Mas não tem brinquedo lá em casa, você sempre diz que tem que gastar dinheiro com outras coisas e me manda para a casa da Julia"*
*Pequenas alterações porque minha memória não é perfeita.
Agora você imagina que alguém fale isso alto numa festa para a mãe? Só estando com raiva, mas o tom de voz da criança não tinha nada de raiva, era como uma explicação. Interessante foi a expressão de vergonha da mãe.
Um pouco depois fiquei ouvindo a conversa de mães e pais e afins falando como cansa cuidar da criança e reclamando. Tá, todo mundo reclama um pouco da vida mas não daquele jeito. E provavelmente vão reclamar a vida toda da mesma coisa, já que o filho dificilmente vai mudar.
Mas então... eu pensei... eles escolheram por isso. Alguns até estão no segundo filho, logo, viram que cansa cuidar de um filho e tiveram outro, para dobrar o cansaço. Acho isso bem estranho, se as pessoas resolvem mudar a vida delas, elas pensam. Então, se o bebê foi minimamente planejado, eles deviam pensar nesse cansaço e reclamar de um jeito normal, não como se o filho estivesse destruindo a vida deles.
Por isso acho irreal alguém ter um filho de propósito depois de pensar. Eu sempre imagino que nunca vou ter um se não for acidente, porque imagino uma vida meio deprimente caso tenha um. Mas minha mãe disse que é o normal pensar assim aos 20 anos. Mas não me vejo mudando muito nos próximos 10 anos, e depois disso vou estar meio caída para ter filhos. Ainda bem que me cuido muito bem para não ter esse acidente. =P
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Engraçado que só passei esse link para as pessoas da ECO. Acho que quem me conhece desde sempre vai achar escroto o que escrevo aqui. Óbvio e sem importância. Talvez seja mesmo.
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Hoje foi um dia muito bom. Absurdamente bom. E foi domingo, o dia da semana que sempre é morto. Estou nas nuvens, por isso devo ter ficado meio confusa na hora de escrever.
Marcadores: Criança
A gordura entupiu os vasos que irrigam meu cérebro
24 agosto, 2007

Quero ser gorda como ela.
Todo mundo diz que a Scarlett é gordinha. Acho que isso só prova o quanto nós estamos acostumados com mulheres magras demais. Ela é o normal, a sua vizinha gostosa.
É realmente ruim ficar vendo tanto mulheres magras demais. Eu nunca tinha me achado gorda até o monento que percebi ter engorado 2 kg, mas querer perder 6. E realmente tentar perder esses 6kg rapidamente, e tendo pleno conhecimento que, para isso, teria que praticamente comer 1/3 da minha dieta diária. E eu tentei fazer isso.
E eu estava realmente preocupada com meu peso, ficava pensando como ia botar um bikini na frente de alguém, não queria nem usar algo justo. E martelaram na minha cabeça diversas vezes que engordei. E era verdade, engordei 2kg, mas eu via uns 6kg me atrapalhando.
Depois de 10 dias de dieta, e de ficar amarela de fome, com mau humor, com fome, me toquei que minha idéia era quase a de uma garota de 13 anos, e uma burra. Tinha emagrecido os 2kg mas estava com os olhos fundos. E aí eu percebi, talvez lembrando da Scarlett, que ser muito magra não deixa uma mulher necessariamente gostosa. E olhos fundos e pele amarelada não iam me deixar nem bonitinha.
Fico quase preocupada de ter pensado assim, mesmo que por 10 dias. Devia ter prestado menos atençaõ nos comentários das pessoas e ser menos preocupada em emagrecer. Talvez assim ficasse mais bonita.
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Essa idéia de post veio do blog de BFF Fernanda, créditos a ela por ter me feito pensar em falar nessa minha burrice temporária.
E a idéia da Scarlett veio de pseudo Pedro. Alías, queria dizer para os dois que os blogs deles serão linkados aqui.
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Hoje fui ler os textos super chatos de Tecnologia, Informação blé blé blé de Comunicação e descobri que o maior deles veio com 4 páginas a menos. Estava com o final de semana organizado para fazer o relatório, mas impossível fazer agora. Eu tento ser organizada.
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Estou faltando aula demais por causa do estágio. Não sei se isso é bom ou ruim mas agora me sinto mais na faculdade. Antes parecia mais com ir ao colégio. Mas o assunto é grande, fica para outro post.
Marcadores: Cabeça e corpo


